João Manuel Per...'s profileBEM VINDOSPhotosBlogListsMore Tools Help

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    5/18/2008

    Novo canal de musica

     
    Visitem o meu canal de musica de dança e não só!
     
    Em http://worldtv.com/discoteca/   Divirtam-se!
     
    Brevemente sera lançado outro com musica remixada de dança e rock!
     
    Anuciar brevemente!
     
    Gozem a vida da melhor forma que souberem!
    10/9/2007

    linhas concluidas na barquinha

    O esquema de linhas na barquinha esta praticamente feito hoje vamos proseguir viagem ate almorol!
    podem ido acompanhado osdesenvolvimentos em http://linhadabeirabaixa.no.sapo.pt
    10/1/2007

    AVANÇOS NA LINHA DA BEIRA BAIXA

    Já comecei assentar a linha; mas não vai ser nada do que vai ficar, vai ser só para ganhar mais esperiencia com o route editor logo que tenha mais linha assente e paisagem envolvente que justifique umas imagens da linha, a linha definitiva vai ser só com o MSTS 2
    8/2/2007

    AVANÇOS NA LINHA DA BEIRA BAIXA

    Tenho andado a fazer em exel o perfil da linha da beira baixa das curvas rectas e dos desniveis da linha desde o entrocamento até vila velha de rodão; já tirei medidas a algumas estações e edificios depois disto estar feito vou começar acentar a linha no terreno mas isso só vai acontecer na outra versão que vai sair do MSTS.
    Já tenho muita fotografia de estações e paisagem da linha; ja tenho alguem que esta a colaborar a enviar-me fotografias das pontes e das estações da zona da guarda.
     
    4/17/2007

    NOVA PAGINA DE INTERNET

    Brevemente sera lançada uma nova pagina de internet com dominio sapo em http://linhadabeirabaixa.no.sapo.pt/, todos os desenvolvimentos da linha da Beira Baixa virtual; para que não haja duvidas sobre este projecto!
    Fiquem aguardar mais noticias brevemente.
     
     
    3/7/2007

    Breve História da Linha da Beira Baixa

    Breve História da Linha da Beira Baixa contada aos mais novos

    Em 6 de Setembro de 1891, foi inaugurado o 1º troço da Linha de Caminho de Ferro da Beira Baixa, que ainda não estava totalmente construída. Faltava concluir o troço até à Guarda, o que só veio a verificar-se em Maio de 1893.

    Essa data, foi solenemente assinalada em toda a região e a inauguração da linha, foi efectuada pelo rei D. Carlos e sua esposa, a rainha D. Amélia, como adiante se refere.

    A construção da Linha da Beira Baixa foi muito atribulada. Embora tenha sido uma das primeiras linhas a ser projectada em Portugal, em 1859, no entanto só em finais de 1885 foram iniciadas as obras de construção.

    A Linha da Beira Baixa, esteve para ser uma linha internacional, ou seja, a segunda linha que deveria ligar Lisboa a Madrid, por ser considerado o trajecto mais curto. Já  se ía a Madrid de comboio, por Elvas e Badajoz, mas o percurso era maior, e se a linha passasse ao longo do rio Tejo, a distância entre as duas capitais seria encurtada.

    A linha, na altura era também chamada de "Linha do Vale do Tejo". Durante muitos anos se discutiu o local donde partiria. Esteve para ser da Praia do Ribatejo, da Ponte de Sôr, acabou por se escolher a estação de Abrantes. A linha, era sempre projectada na margem do rio Tejo até Vila Velha de Ródão, daí inflectia para Monfortinho para atravessar a fronteira e se dirigir para Madrid.

    Curiosamente, a linha não passava directamente por Castelo Branco nem Covilhã. Dum determinado local, haveria de sair uma outra linha, de via estreita, a passar por Castelo Branco, Alpedrinha, Fundão, Covilhã e Guarda. Daqui, a linha da Beira Baixa juntava-se com a Linha da Beira Alta, até Vila Franca das Naves, donde sairia de novo até ao Pocinho, já  nas margens do Rio Douro, para daí se dirigir até Bragança. Entretanto, o governo decidiu construir o Ramal de Cáceres, que se aproximava muito da "Linha do Vale do Tejo", por interesses económicos da província espanhola de Cáceres, e o projecto da Linha da Beira Baixa, foi de novo adiado. Ao mesmo tempo, projectava-se a construção da Linha da Beira Alta já como linha internacional, que também passava pela Guarda e atingia a fronteira espanhola em Vilar Formoso. Outro factor que atrasou mais uma vez a construção da Linha da Beira Baixa.

    Apesar de todos os contras, havia pessoas que estavam atentas a esta questão. Manuel Vaz Preto Geraldes, par do reino pelo distrito de Castelo Branco, cargo quase equivalente ao de deputado, proferiu um importante discurso na Câmara dos Dignos Pares do Reino, em 27 de Março de 1878, em que o mesmo e de uma forma violenta atacou fortemenete o governo devido à demora na construção do caminho de ferro da Beira Baixa. Vaz Preto como político, aproveitou sempre todas as oportunidades para defendera sua construção e o facto de se terem já  construído o Ramal de Cáceres e a Linha da Beira Alta, ele propôs logo a construção da Linha da Beira Baixa directamente a Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Guarda. Este acabou por ser o projecto definitivo que veio a ser adoptado para a linha.

    Outro factor de retardamento na sua construção foi a questão do traçado. Construir uma linha de caminho de ferro ou uma estrada, há mais de cem anos, levantava muitas dificuldades, sobretudo quando se tratava de zonas tão acidentadas como ‚ o caso da Beira Baixa e ainda por cima, sempre ao longo da margem de um rio. Havia ainda o medo das invasões militares o que obrigava a que as linhas fossem construídas nas margens dos rios para que usufruíssem da protecção natural das montanhas e dessa forma, prevenir os ataques inimigos.

    O caso do traçado de Alpedrinha ao Fundão foi dos mais complicados não só porque era necessário furar a serra da Gardunha, bem como muitas povoações reclamavam para que o caminho de ferro as servisse o mais proximamente possível. Houve mesmo petições das gentes de Alpedrinha, Vale de Prazeres e até Penamacor.

    Chegou a estar projectado um túnel de cerca de um quilómetro em Alpedrinha que vinha sair próximo do Fundão. Mas para servir as populações de Vale de Prazeres e Fatela-Penamacor, o túnel foi construído noutro local com um comprimento de 650 metros. É o maior túnel da linha e um dos maiores do País.
    O mesmo velo a suceder com o traçado entre o Fundão e a Covilhã. Chegou a propor-se que a linha passasse pelo Ferro e Peraboa e daí se construísse um ramal que servisse a Covilhã. Tal não veio a suceder porque um grupo de covilhanenses exigiu que a linha passasse pela Covilhã e a estação se localizasse no sítio da corredoura. Pelo que ficaram conhecidos pelos "Homens da Corredoura". Na Covilhã chegou a projectar-se a construção de um plano inclinado, elevador sobre carris, da estação até à cidade para mais facilmente se chegar ao caminho de ferro.

    Para que a linha passasse pela Covilhã foi necessário construir cinco grandes pontes: a ponte sobre o rio Zêzere em Alcaria, a ponte do Anaquim (nas Poldras), o viaduto dos oito arcos em pedra, a ponte do Corge e a ponte da quinta do rio.

    Só por este pequeno tro‡o poder s ter uma ideia de quão difícil foi construir esta linha, numa altura em que quase não havia máquinas.

    Agora imagina a construção da linha ao longo da margem direita do rio Tejo. Só aí foi necessário construir mais de vinte pontes e quatro túneis. Tudo isto à base da força humana e de dinamite para vencer as enormes barreiras que se deparavam ao longo de todo o trajecto.

    Para se poder ter uma ideia do esforço de todos os intervenientes nesta obra, durante os meses de Junho, Julho e Agosto de 1891, trabalhavam na construção da linha, dia e noite, 4.000 operários, um grande número, eram mulheres. Na Covilhã, os trabalhos foram febrilmente executados de modo a proporcionar a chegada da primeira locomotiva à estação da Covilhã em 30 de Julho de 1891.

    Eis que finalmente era chegado o grande dia para a Beira Baixa. Procedeu-se então à inauguração da maior secção da linha entre Abrantes e Covilhã.

    A sessão foi presidida pelo Rei D. Carlos que para o acto se efectuou um comboio especial no dia 5 de Setembro de 1891, que saiu de Sintra às 8.15 horas da manhã, chegando a Castelo Branco pelas 15 horas, onde pernoitaram os reis e respectiva comitiva. No dia seguinte, 6 de Setembro de 1891, pelas 14 horas saiu o mesmo comboio com destino à Covilhã, onde chegou às 17.15 horas.

    Na passagem do comboio real por Alpedrinha, Castelo Novo, Alcaide e FundÆo, assistiu-se a vistosos festejos promovidos pelos edis locais. Quando o comboio chegou à estação da Covilhã a mesma transbordava de gente. A Câmara Municipal, as autoridades civis e militares receberam os visitantes.

    O cortejo saiu da estação da Covilhã por entre enormes enfeites até à Igreja da Real Casa da Misericórdia onde foi cantado solene Te-Deum. Os festejos continuaram no dia seguinte após diversas visitas efectuadas na cidade da Covilhã.

    Mais recentemente a Linha da Beira Baixa, conheceu importantes melhorias. Em grande parte da linha os velhos carris foram substituídos por outros mais fortes e até‚ muitas travessas de madeira foram substituídas por travessas em betão armado. Em 1995, foi inaugurado o 1º troço electrificado até Mouriscas A para permitir o transporte de carvão de pesados comboios eléctricos, para a central termoeléctrica do Pego, próximo de Abrantes.

    Também os comboios são mais confortáveis, nomeadamente os Intercidades que têm ar condicionado e até telemóvel.  Há troços onde o comboio atinge já a velocidade de 120 quilómetros/hora. Não é muito, comparada com as velocidades que se praticam já entre Espanha e França e que atingem desde os 250 a 300 quilómetros hora.

    No dia 5 e 6 de Setembro de 1991, este importante acontecimento foi recordado nas cidades de Castelo Branco, Fundão e Covilhã. Nas estações foram colocadas placas comemorativas alusivas ao centenário e painéis de azulejos, alguns desenhados por alunos.  Na Covilhã, foi até baptizada uma locomotiva com o nome de "Beira Baixa", e os padrinhos foram um menino e uma menina.

    A Linha da Beira Baixa tem percursos muito pitorescos, sobretudo ao longo do rio Tejo onde a paisagem que se disfruta é maravilhosa.

    Vale a pena partir à aventura, de comboio, ao longo da nossa Linha da Beira Baixa.

    A. J.  Pinto Pires
    3/6/2007

    Viagens na Linha da Beira Baixa

    Viagens na nossa terra

    Os tempos mudam, incluindo os da duração de uma viagem. Se em 1891, data em que decorreu a primeira viagem na linha da Beira Baixa - através da ligação entre Abrantes e Covilhã -, o percurso era moroso, hoje em dia em pouco mais de três horas chega-se de Lisboa a Castelo Branco em qualquer comboio regional.

    Entre o ponto de origem e o de destino, é difícil escolher qual o local de passagem mais aliciante, dada a diversidade do conjunto e a singularidade de cada estação. Partindo de Santa Apolónia, passando logo a seguir para a também lisboeta mas contrastante estação do Oriente, a viagem tem início com uma curiosa ligação entre tradição e modernidade, dada a oposição entre uma estação com uma estrutura convencional e outra com um design mais futurista.

    Nas proximidades de Vila Franca de Xira e Santarém a despedida da Estremadura e a entrada no Ribatejo é feita com a proeminência dos azulejos de ambas as estações e com as primeiras lezírias que as interligam, onde se torna claro que as paisagens urbanas ficaram para trás. Os azulejos de Vila Franca são prova disso, uma vez que as suas imagens referem-se a actividades da vida rural e antecipam já a entrada em cenários vincados por atmosferas bucólicas.

    Ao chegar ao Entroncamento, o fluxo de passageiros aumenta e a sua heterogeneidade alarga-se, e a viagem passa por outras zonas envolventes como Vila Nova da Barquinha e, claro, Almourol, localidade conhecida sobretudo pelo seu castelo situado atipicamente em pleno rio Tejo. Este monumento secular é um dos marcos históricos mais emblemáticos da região e contemplá-lo impõe-se como um dos requisitos obrigatórios deste percurso.

    Para além de acolher o castelo de Almourol, o Tejo surge como um ocasional companheiro de viagem, sendo adornado ora por vastas planícies ora por terrenos mais acidentados, estes maioritariamente na segunda metade do trajecto. Abrantes é uma das cidades que se encontra banhada pelo rio, e é a partir desta estação que os montes se tornam mais predominantes, não raras vezes ocupados por densos pinhais.

    Em pouco mais de uma hora o comboio chega já a Castelo Branco, marcando no caminho a passagem por Alferrarede, Barragem de Belver ou Ródão, entre outras estações da linha da Beira-Baixa. Apesar da viagem pelos caminhos-de-ferro poder ficar por aí, a cidade convida à descoberta de mais espaços verdes, nomeadamente os do Jardim do Paço, um dos pontos de visita obrigatória.
    No regresso, pode repetir-se a viagem em sentido contrário, voltando à capital, ou então continuar rumo ao norte para visitar, daí a pouco mais de uma hora, a Covilhã ou um dos locais de passagem até lá. De preferência do lado da janela, já que vistas como estas são uma irrecusável mais-valia.

    3/5/2007

    BEIRA BAIXA

     A linha da beira baixa esta a ser um projecto interessante; cada dia que passa descubro uma coisa nova no Route Editor..
    O terreno está todo feito desde a Guarda até Sines já que a linha do carvão vai de Sines à Central do Pêgo.  O ramal própriamente dito sai na estação de Mouriscas A para a Central do Pêgo. Da Guarda até Santa Apolonia tambem está feito, embora comporte 2 fases.
    - 1ª fase da linha: Entrocamento - Vila Velha de Rodão;
    - 2ª fase: Santa Apolonia - Entrocamento - esta fase já está feita até Azambuja, já que eu e o Rui (da CPVirtual) já conseguimos juntar as duas linhas com um programa que faz o relevo. Ficou espectacular. Brevemente o Rui vai por imagens da Linha do Norte com relevo.
    Quero agradecer ao Rui da CP Virtual e ao Eugenio da Madeira pelas dicas que me tem dado acerca desta linha.
    As outras fases que comportam entre elas o assentamento da linha, ainda é muito cedo pra estar a falar nelas.
    Mais noticias e fotos brevemente.